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Alpinismo Industrial tem exigência de certificaçãoO curso de alpinismo industrial tem ganhado muito espaço com o avanço da indústria naval e petrolífera nos últimos anos. O trabalho que era associado à limpeza de fachadas tem uma exigência de segurança e técnica para sua realização. Os padrões de segurança estabelecidos pelas Normas de Regulamentação n°18 são à base do trabalho em altura. Por essa razão grandes empresas, como a Petrobras, exigem de seus alpinistas industriais a certificação específica do setor.O trabalho industrial de acesso por corda foi desenvolvido nos últimos 20 anos pelo IRATA Internacional, a sigla em inglês da Associação Comercial de Alpinismo Industrial. Atualmente o alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás, bem como uma série de projetos em construção e engenharia civil. Na área de segurança industrial as técnicas de alpinismo industrial possibilitam a diminuição no tempo dos trabalhos feitos em altura. Isso gera um aumento de produtividade e diminuição nos custos para as empresas.No Brasil as escolas e empresas seguem as normas do IRATA, a única associação ligada ao trabalho em altura no mundo. “O Brasil não tem uma legislação específica para o trabalho em altura, portanto as empresas seguem as normas do IRATA, que tem empresas associadas em todos os continentes” afirma o coordenador dos cursos da Alpitec, Adriano Peixoto em entrevista à Nicomex Notícias. Através da técnica de Alpinismo, excluísse a necessidade de montagem de andaimes, balancins ou outros procedimentos, o que diminui os riscos na execução do trabalho de manutenção em altura.Algumas escolas no estado Rio de Janeiro oferecem o curso com cinco dias de duração, dentre elas está Alpatec na cidade de Petrópolis, Cesar & Fritsch Offshore em Macaé, além da Stonehenge em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O foco dado pelas escolas está no setor petrolífero, na execução de limpeza pós-obra, pinturas externas e internas, impermeabilizações. Não há pré-requisitos para ingressar no curso de qualificação profissional, mas é necessário que a pessoa não tenha medo de altura e tenha maior idade.Porém para a atuação como alpinista exige-se além do certificado do IRATA - que é válido em 72 países - a qualificação em algum curso técnico, no mínimo. “Com a exigência das empresas pela qualificação profissional para trabalhar é preciso ser um soldador, inspetor de equipamentos e ter a certificação internacional de alpinista”, explica o coordenador Peixoto. A certificação atualmente tem três níveis de atuação. Para mudar de nível é necessário um ano de certificação mais mil horas de experiência, e é necessário fazer um curso de atualização.Fonte: Nicomex Notícias06/12/09O curso de alpinismo industrial tem ganhado muito espaço com o avanço da indústria naval e petrolífera nos últimos anos. O trabalho que era associado à limpeza de fachadas tem uma exigência de segurança e técnica para sua realização. Os padrões de segurança estabelecidos pelas Normas de Regulamentação n°18 são à base do trabalho em altura. Por essa razão grandes empresas, como a Petrobras, exigem de seus alpinistas industriais a certificação específica do setor.
O trabalho industrial de acesso por corda foi desenvolvido nos últimos 20 anos pelo IRATA Internacional, a sigla em inglês da Associação Comercial de Alpinismo Industrial. Atualmente o alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás, bem como uma série de projetos em construção e engenharia civil. Na área de segurança industrial as técnicas de alpinismo industrial possibilitam a diminuição no tempo dos trabalhos feitos em altura. Isso gera um aumento de produtividade e diminuição nos custos para as empresas.
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